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sábado, 25 de fevereiro de 2023

Edgar Degas: o pintor dos movimentos e das luzes

Edgar Degas (1834-1917) foi um pintor impressionista francês cujas obras são marcadas por uma busca constante pelo movimento e pela luz. Ele é mais conhecido por suas pinturas de dançarinos, que capturam a graça e a leveza dos movimentos em uma combinação única de técnica e emoção.

Degas nasceu em Paris em uma família de classe média alta e estudou Direito por um curto período antes de se dedicar à pintura. Ele frequentou a École des Beaux-Arts, onde estudou com o pintor histórico Louis Lamothe e se tornou amigo de outros artistas importantes, como Édouard Manet e Claude Monet.

No início de sua carreira, Degas pintava cenas da vida urbana parisiense, como cafés, teatros e corridas de cavalos. Mas foi a partir dos anos 1870 que ele começou a se interessar pela dança, frequentando ensaios e espetáculos para capturar os movimentos dos bailarinos em suas telas.

As pinturas de Degas de dançarinos são notáveis pela maneira como ele captura o movimento e a luz. Ele usava técnicas como o uso de pastel seco para criar um efeito esfumaçado e trabalhava com várias camadas de tinta para criar profundidade e textura. Ele também muitas vezes pintava de ângulos incomuns, mostrando os dançarinos em poses inusitadas.

As obras de Degas não se limitam apenas à dança. Ele também pintou muitos retratos e cenas da vida cotidiana, como banhistas, mulheres se penteando e músicos em bares. Em todas essas obras, ele procurava capturar a atmosfera e a emoção do momento, usando técnicas inovadoras de iluminação e composição.

Degas nunca se considerou um impressionista, mas é frequentemente associado ao movimento por causa de sua técnica e de suas escolhas de tema. Ele também influenciou outros artistas importantes da época, como Mary Cassatt e Henri Toulouse-Lautrec.

Hoje, as obras de Degas são consideradas como algumas das mais importantes do século XIX. Seus retratos e cenas da vida cotidiana são valorizados por sua captura da vida urbana parisiense, enquanto suas pinturas de dançarinos continuam a encantar e inspirar artistas e amantes da arte em todo o mundo.











Fonte fotos: Google Imagem

A interatividade de Marina Abramović

 Marina Abramović, uma artista sérvia nascida em Belgrado em 1946. Ela é conhecida principalmente por suas performances, que exploram os limites do corpo humano e as interações entre artista e público.

Abramović começou a fazer performances nos anos 70 e se tornou uma figura importante na arte da performance em todo o mundo. Muitas de suas performances são extremamente intensas e duradouras, envolvendo elementos de risco físico e emocional. Por exemplo, em sua obra mais famosa, "Rhythm 0", realizada em 1974, ela ficou imóvel em um espaço de galeria por seis horas, colocando 72 objetos sobre uma mesa próxima a ela, incluindo uma arma carregada. O público foi convidado a usar os objetos em Abramović de qualquer maneira que quisessem, e ela permaneceu impassível enquanto era cortada, queimada e teve a arma apontada para sua cabeça.

Ao longo de sua carreira, Abramović recebeu inúmeros prêmios e honrarias por sua contribuição para a arte da performance, incluindo o Prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza em 1997 e o Prêmio do Fundo Nacional de Artes dos EUA em 2013. Ela continua a produzir trabalhos de performance e também é conhecida por seu trabalho em outras mídias, incluindo fotografia e vídeo.







Imagens: Google Imagens

A Marina Abramović tem um site oficial que pode ser acessado em https://www.marinaabramovic.com/. No site, você pode encontrar informações sobre a carreira da artista, seus trabalhos, exposições e projetos recentes.

Além disso, a artista também tem presença nas redes sociais. Ela possui uma página no Facebook, uma conta no Instagram e um canal no YouTube. Nessas plataformas, ela compartilha conteúdo sobre seus trabalhos, bastidores de suas performances e atualizações sobre suas atividades e projetos.



Francis Bacon e sua arte inspiradora

Francis Bacon, um dos mais influentes artistas do século XX. Ele nasceu em Dublin, Irlanda, em 1909 e cresceu em uma família rica e conservadora. Desde jovem, Bacon tinha uma inclinação para o desenho e a pintura, mas foi apenas na década de 1930 que começou a se dedicar à arte em tempo integral.

Bacon é conhecido por suas pinturas figurativas, que muitas vezes apresentam imagens distorcidas e grotescas de figuras humanas. Suas obras são altamente emocionais e muitas vezes evocam sentimentos de ansiedade, medo e angústia. Sua técnica consiste em aplicar camadas de tinta com pinceladas rápidas e espessas, criando uma textura irregular e dramática.

Ao longo de sua carreira, Bacon desenvolveu um estilo único que o tornou um dos artistas mais importantes do século XX. Suas obras foram exibidas em todo o mundo e ele recebeu muitos prêmios e honrarias, incluindo o título de "Sir" pela rainha Elizabeth II do Reino Unido. Ele faleceu em 1992, deixando para trás um legado artístico duradouro que continua a inspirar artistas em todo o mundo.









Francis Bacon - fotografia.

Fonte imagens, Google.


sábado, 19 de novembro de 2016

Frida Kahlo


Frida Kahlo nasceu em 6 de julho de 1907 na casa de seus pais, conhecida como La Casa Azul (A Casa Azul), em Coyoacán, na época uma pequena cidade nos arredores da Cidade do México e hoje um distrito.
Seu pai, Guillermo Kahlo (1871-1941), nasceu Carl Wilhelm Kahlo, em Pforzheim Alemanha, filho de Henriette Kaufmann e Jakob Heinrich Kahlo. A própria Frida afirmava que seu pai era de ascendência judaico-húngara,[3]mas pesquisadores demonstraram que os pais dela não eram judeus, mas luteranos alemães.[4] Guillermo Kahlo chegou ao México em 1891, aos 19 anos de idade, e logo mudou seu nome alemão, Wilhelm, para o equivalente em espanhol, "Guillermo".
A mãe de Frida, Matilde Gonzalez y Calderón, era uma católica devota de origem indígena e espanhola.[5] Os pais de Frida se casaram logo após a morte da primeira esposa de Guillermo, durante o nascimento do seu segundo filho. Embora o casamento tenha sido muito infeliz, Guillermo e Matilde tiveram quatro filhas, sendo Frida a terceira. Ela tinha duas meio-irmãs mais velhas. Frida ressaltava que cresceu em um mundo cheio de mulheres. Durante a maior parte de sua vida, no entanto, Frida se manteve próxima do pai.
Em 1913, com seis anos, Frida contraiu poliomielite, a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofreu ao longo da vida. A poliomielite deixou uma lesão no seu pé direito, pelo que ganhou o apelido de Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). Passou a usar calças, depois longas e exóticas saias, que se tornaram uma de suas marcas pessoais.
Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira.
Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.
Em 1925, aos 18 anos, aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Então sofreu um grave acidente. Um bonde, no qual viajava, chocou-se com um trem. O pára-choque de um dos veículos perfurou-lhe as costas, causando uma fratura pélvica e hemorragia. Frida ficou muitos meses entre a vida e a morte no hospital, teve que operar diversas partes e reconstruir por inteiro seu corpo, que estava todo perfurado. Tal acidente obrigou-a a usar coletes ortopédicos de diversos materiais, e ela chegou a pintar alguns deles (como o colete de gesso da tela intitulada A Coluna Partida').
Durante a sua longa convalescença, começou a pintar, usando a caixa de tintas de seu pai e um cavalete adaptado à cama.
Em 1928, entrou no Partido comunista mexicano e conheceu o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Sob a influência da obra do marido, adotou o emprego de zonas de cor amplas e simples, num estilo propositadamente reconhecido como ingênuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita frequência temas do folclore e da arte popular do México.
Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit, com Rivera. Entre 1937 e 1939, recebeu Leon Trotski em sua casa de Coyoacán.
Em 1938 André Breton qualifica sua obra de surrealista em um ensaio que escreveu para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declarou mais tarde: Pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Em 1939 expõe em Paris na galeria Renón et Colle. A partir de 1943 dá aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).
Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra.
Alguns de seus primeiros trabalhos incluem o Auto-retrato em um vestido de veludo (1926), Retrato de Miguel N. Lira(1927), Retrato de Alicia Galant (1927) e Retrato de minha irmã Cristina (1928).

VIDA PESSOAL
Casa-se aos 22 anos com Diego Rivera, em 1929, um casamento tumultuado, visto que ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Kahlo, que era bissexual, teve um caso com Leon Trotski depois de separar-se de Diego. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, mesmo elas sendo casadas, mas não aceitava os casos da esposa com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina.
Após essa outra tragédia de sua vida, separa-se dele e vive novos amores com homens e mulheres, mas em 1940 une-se novamente a Diego. O segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro, marcado por brigas violentas. Ao voltar para o marido, Frida construiu uma casa igual à dele, ao lado da casa em que eles tinham vivido. Essa casa era ligada à outra por uma ponte, e eles viviam como marido e mulher, mas sem morar juntos. Encontravam-se na casa dela ou na dele, nas madrugadas.
Embora tenha engravidado mais de uma vez, Frida nunca teve filhos, pois o acidente que a perfurou comprometeu seu útero e deixou graves sequelas, que a impossibilitaram de levar uma gestação até o final, tendo tido diversos abortos.
Tentou diversas vezes o suicídio com facas e martelos.
Em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo, que havia contraído uma forte pneumonia, foi encontrada morta. Seu atestado de óbito registra embolia pulmonar como a causa da morte. Mas não se descarta a hipótese de que tenha morrido de overdose (acidental ou não), devido ao grande número de remédios que tomava. A última anotação em seu diário, que diz "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida", permite a hipótese de suicídio. Seu corpo foi cremado, e suas cinzas encontram-se depositadas em uma urna em sua antiga casa, hoje Museu Frida Kahlo.

FONTE: wikipedia 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Obras Romero Brito

Vida e Obra

Romero Britto nasceu em 6 de outubro de 1963. Ele começou sua carreira aos 18 anos em Pernambuco. Mas desde os 08 anos já começou a se interessar pelas artes plásticas, e mostrou talento. Atualmente é um dos mais premiados pintores pernambucanos. Ele alega ter criado seus quadros para invocar o espírito de esperança e transmitir uma sensação de aconchego. Suas obras são chamadas, por colecionadores e admiradores, de “arte da cura”. Embora bem-intencionado, os resultados estéticos são bastante discutíveis (isto na opinião de alguns), pois, analisando suas obras com olhar crítico e imparcial, o que encontramos é uma diluição repetitiva e pouco original dos pressupostos da pop art como preconizados por Andy Warhol e Robert Rauschenberg,1aos quais mistura certos cacoetes estilísticos típicos da arte gráfica das histórias em quadrinhos. A diluição não é demérito, é o que fortalece essa arte inovadora, é que se propõe Romero, instigar a arte com a alegria das cores.


















fonte: Wikipédia / Google imagem

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Obras Nael Campos


Nael Campos recicla conceitos

Designer gráfico explora materiais diversos numa proposta de conceito social e chama atenção para a demanda de criação com o “lixo”

Recortes de revistas e colagens de impressos são apenas alguns dos materiais utilizados pelo designer gráfico  Nael Campos, para expressar sua criação e conceito social numa proposta de mudar a percepção.
Os materiais recortados ganham formas diversas e expressões que remetem à arte contemporânea; assim pretende disceminar sua arte e estimular os novos conceitos de criação envolvidas no ambiente artístico.




















Fonte: Jornal Diario